Archive for the Livros Category

Ser eu, será que um dia serei?

Posted in Livros with tags , , , , , , , on 31/outubro/2010 by Ernesto de Souza

Estava eu lá, conversando com as amigas que conheci na igreja. Antes a igreja era mais importante pra mim, ou tinha mais medo, não sei, agora acho que vou lá mais pelos amigos mesmo.
Ela me falava das desilusões amorosas, e eu a entendia de verdade, mas não podia dar conselhos, porque eu entedia os dois lados, porque eu já estive dos dois lados.
Antes era mais fácil, era só fechar os olhos e esperar a pancada, porque está era certa que viria. Nunca fui importante para ninguém, era mais fácil me abandonar.
Mas agora vejo o outro lado, e é bem mais difícil, antes doía e a culpa não era minha, não havia nada que eu pudesse fazer, agora dói não só em mim e a culpa é só minha.
As vezes eu respiro e tento esquecer, são pessoas importantes e eu gosto delas de verdade, mas não posso cuidar de todas ao mesmo tempo, ai não cuido de ninguém e ninguém é feliz.
Tento explicar que a amizade é mais importante, nem sempre obtenho sucesso.
As vezes penso em me afastar, mas não estarei sendo eu.
Ser eu, será que um dia serei?
Porque apesar de ter tantas pessoas especiais na minha vida, ainda me sinto aquele menino gordo, feio e rejeitado de antigamente.

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A Vida é uma Escola (não que isso seja bom)

Posted in Livros, Poesia with tags , , , , on 22/setembro/2010 by Ernesto de Souza

Pequenas alegrias ao longo da vida, o recreio sempre é mais divertido, e nele esquecemos que estamos na escola para estudar e não para nos divertimos no intervalo.

Mas mesmo assim somos obrigados a assistir as aulas tediosas, agüentar os professores chatos, se segurar para não pular no pescoço daquele infeliz que taca bolinhas de papel.

Até que o sinal toca, e você corre para o pátio, hora do lanche, do recreio, do intervalo, da diversão, hora em que você vive.

Conversar sobre assuntos que você realmente se interessa, flertar com aquela menina sem se preocupar em disfarçar, ou simplesmente respirar ar puro e sentir a liberdade.

E você sabe que o sinal ira tocar novamente, e você será obrigado a voltar para sala, são apenas quinze minutos para cada quatro horas de aulas, talvez na vida seja a mesma proporção.

Você sabe que estudar é para o seu próprio bem, mesmo assim não gosta, talvez as provações da vida sejam para o nosso próprio bem.

Agora eu entendo porque estou aqui.

Posted in Livros with tags , , , , on 5/julho/2010 by Ernesto de Souza

Sempre me apaixono, me entrego e me atiro a precipícios.

E depois vejo que nem era tudo aquilo.

Apesar de tudo ser uma cópia, de uma cópia, de uma cópia, sempre volto a pular.

Posted in Livros with tags , , , , , , on 22/fevereiro/2010 by Ernesto de Souza

As luzes passam, as pessoas passam, a vida segue e eu continuo aqui parado. Meus pensamentos passam, mil coisas passam, mas você não passa. Estico os braços, mas não posso te tocar, mas tento. Tento fugir dos olhares, tento correr para longe, para perto, mas cada vez mais longe.

Posted in Livros on 11/dezembro/2009 by Ernesto de Souza

Ela apareceu do nada, um sorriso disfarçado, meu olhar ao acaso bruscamente interrompido por um rosto.

Não falo com estranhos, mas aquele rosto me era familiar mesmo eu nunca tendo o visto antes.

Entre olhares e sorrisos tímidos, a única palavra que se ouve é um simples: oi.

E foi suficiente: uma nova princesa.

No começo tudo é perfeito, eu esqueço que o filme se repetirá e mais uma vez me arrisco, pena que os precipicios já não são tão altos como antigamente

Posted in Livros on 29/outubro/2009 by Ernesto de Souza

Como sempre ele olha pela janela, às vezes depressivo, quase sempre cansado da monotonia dos dias que se passam sem trazer nada de novo, e com o medo de passar a vida sem aproveitar tudo que deveria ou tudo que gostaria.

Posted in Livros on 28/outubro/2009 by Ernesto de Souza

“A semana estava no fim, mas para ele não fazia diferença.

O gosto era sempre o mesmo.”

Posted in Livros on 22/outubro/2009 by Ernesto de Souza

É estranho, dói tanto que chega a ser engraçado, o filme se repete, a mesma cena, várias e várias vezes, meu conto de fadas sem final feliz, sem final…
Quando escurece, rodo na cama sem sono, cochilo, o relógio desperta, levanto com sono, trabalhar, torcer pro dia passar depressa, e quando ele finalmente acaba? Não era isso que você queria? Não mais…

Capítulo Um – Mas não necessariamente um começo.

Posted in Livros on 9/outubro/2009 by Ernesto de Souza

Ele acordou, abriu os olhos e não se lembrava de nada.

Um sorriso nasceu em sua face.

Mas aos poucos a realidade foi tomando forma, um bombardeio de pensamentos atingiram o vazio da sua mente, e então o sorriso deu lugar ao rosto sério e cansado.

Ele preferia não ter acordado.

Qual o motivo?

Alguns se atreviam a perguntar, mas eu não me atrevia a responder. E mesmo se eu conseguisse explicar, ninguém entenderia, o esforço seria em vão.

Você me questionaria, duvidaria de minha palavra, não entenderia, e acharia que sou louco. E talvez eu seja.

É poesia amor, não é medo.

Posted in Livros on 10/agosto/2009 by Ernesto de Souza

Vou me concentrar no projeto do meu livro, aqui vou postando alguns trechos.