Sintonia.

Era tarde, ela voltava para casa de ônibus, preferia caminhar na chuva sentindo o gosto das gotas que caiam do céu, mas a distância não permitia.

Estava sozinha, perdida em seus pensamentos, observava a chuva batendo contra o vidro, e por um momento esqueceu-se de tudo, esqueceu até que respirava, lembrou disso quando sua respiração embaçou o vidro e escondeu a chuva.

Inconscientemente usou o vidro como quadro e seus dedos como tinta, escreveu nossos nomes ao lado de uma de suas palavras favoritas: sintonia.

Não muito longe dali ele estava deitado em sua cama sincronizando os pensamentos, resolveu levantar e escrever algum desabafo.

E então pegou uma caneta e uma folha de papel e tendo a chuva como inspiração ele escrevia uma poesia sobre pessoas que se entendem sem usar todas as palavras, sob o título de: sintonia.

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