De Braços Abertos

Os dias passam um após o outro, eu fico aqui parado. Olho para o relógio na parede, ele marca nove e quinze, mas isso não significa nada para mim. Distante não escuto o tic tac, mas vejo o ponteiro dos segundos correndo sem parar, correndo sem sair do lugar. Agora o ponteiro sou eu, correndo em círculos, cansado, com inveja daquele que marca a hora, que se move sem ser notado, mas também caminha em círculos, só não percebe. Fingindo não acreditar que isso só vai acabar no dia em que o tempo parar.

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