Asas de Sofia

E quando o vento frio vira as páginas da vida, eu simplesmente dou asas a Sofia, que voa sem pedir permissão, para mundos distantes, mundos melhores, mundos onde eu gostaria de estar.

Cansado desse filme, onde os sonhos não podem ser realizados, Sofia te sintoniza em outro canal.

Enquanto o sol clareia o quarto, Sofia te leva pra fora de casa.

Cada um vive o seu filme, alguns de curta outros de longa-metragem, ou talvez apenas um comercial.

O meu se passa em uma rua,

Dias, meses, anos, na mesma rua,

Sol, chuva, frio, na mesma rua.

Mas quando fecho os olhos, Sofia me pega pela mão me tira da rua, e me leva pra longe.

Caminho pelo jardim sem que meus pés doam, sinto o aroma das flores, e o colorido delas faz meus olhos brilharem, a água corre pelo rio que corta o jardim. Agora estou nas nuvens e eu consigo sorrir, consigo esquecer…

Volto para a rua, volto para o frio, volto para a chuva.

Acordo deitado na calçada, os carros passam rápidos, as pessoas não olham pra baixo, então levanto e continuo caminhando.

Mas quando Sofia vai embora as feridas voltam a doer.

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