Postado em Devaneios em 28/janeiro/2012 por Cleyton Ernesto de Souza

Me busque, e me leve ao bosque.

Última Chamada Perdida.

Postado em Poesia em 28/dezembro/2011 por Cleyton Ernesto de Souza

Ele levantou, caminhou até a mesa e olhou para o relógio, a ausência do tic tac mostrava que ele não poderia confiar no horário que era mostrado.

- Sempre domingo a tarde.

Ele pega o celular, trinta e duas chamadas não atendidas. O celular vibra, o visor mostra um número que não consta na agenda, mas que ele sabe a quem pertence.

- Quê?

- Como você está?

- Agora importa?

- Sempre importou…

- Não me importo.

- Você sempre na esquiva não é?

- Estou aprendendo a me defender.

- Você poderia me convidar para sair…

- Você continua a mesma.

- Ah, vai ser legal…

- Quando eu quiser fazer algo legal eu te ligo, ok?

- Espere…

Um arremesso, e ele nunca soube o final da frase.

Preferiu caminhar em direção ao vulto atrás da porta entreaberta.

Postado em Devaneios em 18/novembro/2011 por Cleyton Ernesto de Souza

Parece contraditório, mas sempre me encontro quando me perco em seus braços.

Se eu não consegui dormir, então não pode ser um sonho…

Postado em Poesia em 16/novembro/2011 por Cleyton Ernesto de Souza

Ele estava sentado na cama, com seus pés descalços tocando o chão frio, os cotovelos apoiados nos joelhos, o cigarro em seus dedos queimava sem ser levado a boca. Na mesa a sua frente o gelo do copo derretia tornando a bebida suave de mais para aquele momento. Ao lado do copo o celular vibrava e o som da vibração sobre a madeira parcialmente destruída por cupins, era uma mórbida trilha sonora.

Abaixo do cabelo despenteado um olhar sem foco, abaixo do olhar sem foco uma boca seca, abaixo da boca seca uma camisa amassada pela tentativa de dormir algumas horas antes.

E quando o cigarro imóvel estava prestes a queimar seus dedos, a porta se abriu, a luz invadiu o quarto ofuscando temporariamente sua visão, o cigarro caiu no chão de madeira já apagado e em cinzas.

A porta se fechou, a escuridão novamente tomou conta do quarto, e quando recuperou sua visão, ele estava deitado em sua cama sendo beijado sem delicadeza, sua camisa amassada agora estava jogada no chão ao lado de uma roupa que não estava ali quando ela chegou.

E aquela mistura de beijos e abraços, e o toque da sua pele clara por falta de sol, contrastando com a maciez da pele dela, aquele momento pele com pele, poderia ter passado minutos ou horas, ele nunca saberia precisar.

Ela se levantou, não se vestiu, caminhou até a mesa, pegou a garrafa com o resto da bebida e tomou em apenas um gole, devolveu a garrafa agora vazia e caminhou até a porta.

Com um sorriso tímido no rosto, ele a observava caminhar, e quando saiu do quarto deixando a porta entre aberta, ele sentiu no sangue que seu coração ligeiramente bombeava com menos velocidade que minutos atrás, a certeza de que ela voltaria.

Ela se foi…

Postado em Poesia em 13/novembro/2011 por Cleyton Ernesto de Souza

Ela se foi…

Não acredito que voltará.

Ela se foi.

O som da porta batendo ainda ecoa em meus ouvidos.

Ela se foi!

Ainda olho para a porta, não mechi nenhum músculo desde que ela foi fechada com violência.

Ela se foi?

Eu deveria ter imaginado que um dia ela iria, todas sempre se vão mais cedo ou mais tarde.

Ela se foi.

E não levou nada com ela, espero que não volte para buscar. Assim olharei para as suas coisas jogadas pelo chão de onde não ousarei mudar de lugar e direi para mim mesmo que você foi apenas comprar cigarro e logo tocará a campanhia pois também não levou as chaves.

Ela se foi!

A quem estou querendo enganar?

Ela se foi…

Postado em Devaneios em 31/outubro/2011 por Cleyton Ernesto de Souza

Ela se despediu dele e entrou, foi direto para seu quarto. Deitou-se e apagou a luz, o quarto estava vazio de companhia, mas cheio de lembranças.

Postado em Devaneios em 26/outubro/2011 por Cleyton Ernesto de Souza

E o monstro dentro de mim, terei que enfrentar sozinho…

Postado em Devaneios em 15/outubro/2011 por Cleyton Ernesto de Souza

Quando te vi, o Sol apareceu, as nuvens se dissiparam e a chuva cessou, e a mudança climática causada pelo seu sorriso me poupou as palavras.

Sempre pedirei bis…

Postado em Poesia em 29/setembro/2011 por Cleyton Ernesto de Souza

Sou apaixonado pelo seu olhar…

Gosto tanto do seu sorriso.

Fico louco com seu cheiro.

Gosto do toque na sua pele.

Amo o sabor do seu beijo.

Gosto do seu gosto,

E as formas do seu corpo.

O que quero dizer é que…

Eu gosto de você.

Postado em Devaneios em 29/setembro/2011 por Cleyton Ernesto de Souza

e para os dias nublados você é o meu Sol.

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